Êta Santo Forte....SMTO3

às 9:26 PM Posted by Investmaníacos under

Num período em que a bolsa e a grande maioria dos papéis estão tendo performances negativas podemos destacar um entre poucos que estão dando alegria aos seus investidores.

O papel em questão trata-se da empresa São Marinho S.A.. Para quem não conhece, a empresa atua na área de fabricação de açúcar e álcool.

Atualmente, o Grupo é uma organização empresarial com duas usinas de açúcar e álcool em operação e mais uma em construção (Usina Boa Vista), em Goiás, além de uma unidade de negócio em biotecnologia, a Omtek, em Iracemápolis. Em 2006, o Grupo processou cerca de 9,7 milhões de toneladas de cana, produzindo 597 mil toneladas de açúcar e 440 milhões de litros de álcool. Mais informações vocês podem buscar no site http://www.saomartinho.ind.br/

A performance do papel desde o primeiro pregão do ano de 2008 é de fazer brilhar os olhos de muitos. Desde 02/01/2008 até hoje 31/01/2008, o papel apresentou um ganho de invejáveis 34,16%, até o fechamento de hoje. UFA....., só de pensar nesta rentabilidade (período de 1 mês) o sangue começa a correr mais rápido...

Claro, se avaliarmos o papel desde sua abertura na Bovespa, isto não representa lá grande coisa, algo em torno de 16,2% de valorização. Outro aspecto interessante é que a máxima do mesmo já bateu na casa dos R$32,00 com fechamento no mesmo dia em R$ 29,71 (21/02/2007), ou seja, 5 dias após a primeira negociação na bolsa. De lá para cá, o papel vem fazendo altos e baixos....

Acreditamos que este é mais um dos papéis que vale a pena estar no radar, pois, tem um bom potencial para crescer ainda (até bater na máxima histórica) e também porque a empresa atua em um ramo com grande potencial de crescimento.

Graficamente, papel continua mantendo sua tendência de compra (desde 21/12/2008) mas não com a mesma força que estava no início do mês. A questão que fica é: Até quando este crescimento se manterá?

Será que ainda está valendo uma aposta para o curto prazo? Aparentemente, sim. Mas quem estará disposto a arriscar?

É pagar para ver !!!


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Realmente, as "small caps" estão ficando muito atraentes, conforme mostra a reportagem abaixo.

Com as quedas verificadas nas últimas semanas, as ações de empresas menores ficaram interessantes.

Podemos citar várias ações de boas empresas como Indústrias Romi (ROMI3), Plascar (PLAS3), Forjas Taurus (FJTA4), IDeiasnet (IDNT3), etc.

Apesar de uma menor liquidez, o que dificulta a venda destes papéis em determinados momentos, no longo prazo estes papéis tendem a proporcionar algumas alegrias...

Veremos...

Após forte queda, analistas pedem atenção especial às small caps

As ações de empresas com baixa capitalização de mercado foram especialmente penalizadas pela recente deterioração das condições de crédito e liquidez nos EUA.

As explicações para o fenômeno são variadas. Primeiro, o empoçamento de liquidez é bastante associado ao menor apetite por ações consideradas mais arriscadas e ao temor de falência por algumas companhias.

Além disso, em períodos de maior incerteza é natural se observar uma redução do horizonte considerado para maturidade do investimento. Novamente, conseqüência ruim para as small caps, cujos cases de investimento, em sua maioria, apóiam-se em crescimento orgânico, reestruturação societária e operacional ou consolidação - tópicos de longo prazo em essência.

Mais espaço

Diante da queda dos papéis nas últimas semanas, analistas começam a recomendar atenção especial aos títulos por vezes fora do foco central do investidor. Para Merrill Lynch, as small caps continuarão ganhando relevância em 2008 na América Latina.

Segundo o banco norte-americano, a criação do índice MSCI Emerging Markets Small Cap - organizado pelo Morgan Stanley - seguirá atraindo atenção especial a este tipo de ativo, sobretudo por conta da criação de uma série de investidores institucionais dedicados a acompanhar o índice.

Ademais, a Merrill Lynch salienta que, no geral, estas empresas estão mais relacionadas ao mercado interno, podendo atravessar com maior resiliência a crise externa.

Aumente sua exposição a small caps

Com palavras mais incisivas, a WMundell publicou relatório sugerindo uma maior exposição a "ações de segunda linha" em detrimento das large caps.

A consultoria destaca que, em função da recente volatilidade na renda variável, muitos investidores foram forçados a desfazer posições de modo a adequar seus parâmetros de gestão de risco.

O movimento penalizou as small caps de forma excessiva, e esses papéis estariam agora numa posição melhor frente aos papéis de empresas de alta capitalização de mercado.

Fonte


InfoMoney em 31/01/08

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Lomba acima? Será ?? RSID3

às 1:42 PM Posted by Investmaníacos under

Conforme gráfico do dia 29/01, ação está com uma boa tendência de compra no 120 minutos e cruzando a linha de tendência (de venda para compra) no diário.

Papel sofreu bastante nos últimos tempos, vindo de algo em torno de R$ 60,00 (Nov/2007) para algo em torno de R$32,50 (Jan/2008). Queda considerável, ainda mais, se considerarmos o intervalo de tempo. Putz..... Mais não foi uma particularidade da RSID3, de uma forma geral, todos os papéis relacionados à construção civil sofreram um grande revés no mesmo período.

Vale lembrar que as previsões para o setor imobiliário em 2008 são muito boas, várias linhas de crédito e mercado bastante aquecido. Pode ser uma boa aposta para um médio prazo.

Bons negócios.

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PLAS3, confirmando a lei da gravidade.

às 11:43 AM Posted by Investmaníacos under

Olhem o gráfico diário da Plascar ON (PLAS3).

É uma empresa excelente, do ramo automotivo, que está crescendo bastante.

Nos últimos anos apresentou uma valorização expressiva e rápida, devido à explosão do setor automotivo no Brasil.

Nestes níveis de preço, pode ser uma boa alternativa para o investidor de longo prazo, visto que a ação, deste a sua máxima, já caiu quase 100%.

O preço da ação está igual aos níveis de Novembro de 2006!!!!!

Esta ação também confirma a lei da gravidade: "tudo que sobe, desce".

Veremos...
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E a BMEF3, será que vai???

às 1:03 PM Posted by Investmaníacos under

Após ser caçada em pregões recentes, papel começou a dar uma respirada.....UFA, os comprados a 23,00 que o digam...

Graficamente, a BMEF3 começa apresentar sinais de melhora. No gráfico de 120 minutos o papel já possui tendência de compra. No gráfico diário, a expectativa é que isto se confirme hoje.

Papel pode ser uma boa pedida para um trade rápido. Se voltar pelo menos ao preço de abertura (quando realizada a IPO) já vai dar boas alegrias a quem comprou na baixa, ou algo em torno de 40% se compararmos ao preço de hoje...

E aí, será que vale a aposta ???

Veremos...

Bons negócios.

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Gerdau..... Olha o gap !!!!

às 12:44 PM Posted by Investmaníacos under


Conforme havíamos comentado alguns dias atrás em nosso post sobre GGBR4, este é um papel de primeiríssima linha e com boa expectativa de ganhos, especialmente após esta queda que os mercados tiveram...

Bom, avaliando o gráfico do papel ontem (28/01) podemos constatar que:

1) Papel está sinalizando com uma inversão de tendência (120 minutos já está comprado e no diário existe uma tendência boa de reversão que poderá ser confirmada nos próximos dias);

2) Papel tem um gap por volta de R$ 49,50..... reza a lenda que gap aberto é gap que será fechado...;

3) Bom começo de abertura de bandas de bolinger no 120 minutos;

Agora é pagar para ver. Acreditamos ser uma boa aposta. Pode dar retorno já no curto prazo, como pode também ficar de "lado" por um tempo até que a tendência de compra se confirme com força. Uma coisa é certa, é um excelente papel e o mesmo merece uma atenção.

Bons negócios !!

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Onde aplicar as suas economias ???

às 10:19 AM Posted by Investmaníacos under

Pois é pessoal, mais uma semana inicia e mais uma vez as notícias que vem do outro lado do planeta não são boas.... Aproveitando a deixa, vejam a matéria abaixo sobre investimentos. Achamos interessante divulgá-la em nosso blog.

O quê vocês acham.... Vale a pena aguardar e aplicar em renda fixa ? Ou será melhor apenas ficar de "fora" mas ligado nas oportunidades de curto prazo que virão ???

O quê você faria ??? Mande seus comentários para nós.

"São Paulo, 28 de Janeiro de 2008 - A crise do crédito hipotecário de alto risco que colocou em xeque a economia norte-americana e está sacudindo os mercados financeiros pelo mundo começa a ter reflexos nos fundos de investimento no Brasil. Os multimercados, que podem aplicar em ativos que tenham níveis diferentes de risco, como ações, e que foram as grandes vedetes nos últimos dois anos, começam a perder atratividade. Neste ano, até o dia 21, os resgates superam as aplicações em R$ 1,2 bilhão, segundo a Quantum. Já as carteiras de renda fixa e DI, mais conservadoras, tiveram captação líquida de R$ 17 bilhões e R$ 7,2 bilhões, respectivamente.

A busca por aplicações de menor risco sinaliza que a turbulência assusta os investidores. "É hora de ter sangue-frio e permanecer nos multimercados", diz o superintendente de renda variável e multimercados da UAM (Unibanco Asset Management), Ronaldo Patah. Bancos e corretoras preferem esperar um clima menos nublado para fazer novas projeções para a Bovespa em 2008. Muitos evitam agora emitir opiniões publicamente. No apagar de 2007, antes do aprofundamento da crise, as previsões eram de alta para o Ibovespa. Entre os mais otimistas estava o banco suíço UBS, que previa 85 mil pontos, uma alta de 33%. "

Fonte: investnews.com.br

B1 e B3(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Alessandra Bellotto e Lúcia Rebouças)

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Nouriel Roubin e suas previsões

às 1:40 PM Posted by Investmaníacos under

A reportagem abaixo fala de Nouriel Roubini.

Nós nunca ouvimos falar dele, mas já gostamos do cara, pois observou duas coisas: que a crise o subprime não era passageira e que ela só existiu devido a solução aplicada pelos EUA para solucionar a "bolha da internet" em 2001, com a flexibilização da taxa de juros.

Baixar os juros, como o FED está fazendo agora, é uma solução imediata e eficiente para os EUA sair da crise, como mostrou a história. Porém, o mesmo passado mostrou também que provavelmente teremos uma nova crise em poucos anos... Qual será ela ??????

Veremos...

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Nouriel Roubini ganha reconhecimento enquanto vê pessimismo confirmado

Na reunião do Fórum Econômico Mundial em 2008, o economista Nouriel Roubini pôde recolher, enfim, o reconhecimento geral a partir de sua visão tradicionalmente crítica sobre os Estados Unidos. Voz solitária em outras edições do encontro, o professor da Universidade de Nova York dessa vez dava a tônica aos discursos.

Roubini é conhecido como um autêntico "bear", o mais pessimista entre os que alertam sobre a crise financeira. Tal visão extrema concedeu-lhe uma posição notória dentro do espectro de debate macroeconômico. Seu site (www.rgemonitor.com) tem audiência garantida, para concordar ou discordar.

Filtradas as proporções da fama, as idéias do bear não devem nada às de um acadêmico discreto que passa as madrugadas escondido entre livros. Roubini avalia cenários e faz estimativas. No caso da crise corrente, os prejuízos totais podem chegar a US$ 1 trilhão.

O bear contribui com o debate

Na opinião de Roubini, os problemas com empréstimos subprime logo serão estendidos ao financiamento de automóveis, estudos, cartões de crédito e títulos de dívida corporativa. Se essa dispersão provar-se real, "estaremos olhando para US$ 1 trilhão em perdas no sistema financeiro", projeta o economista.

Ele arrisca outras objetividades, como a de que a recessão norte-americana tende a durar ao menos três trimestres. Mas não fornece medidas precisas para o grau de comprometimento do resto do mundo. Limita-se a dizer que os analistas superestimam a tese de descolamento.

Típica de um extremista, a crítica aos pares ganhou força com as novas evidências de crise neste início de 2008. Em agosto, Roubini afirmou que os problemas não seriam temporários. O noticiário atual prova que ele estava certo.

Uma crise sistêmica

A visão de Roubini sobre a crise do subprime tem caráter eminentemente sistêmico, sustentando que a evolução natural dos EUA direciona sua economia à recessão. Contínua e encadeada, a história mostra que a pretensa solução para um problema é na verdade a semente do próximo.

O professor da Universidade de Nova York fala em um "Momento Minsky". Teorizado pelo economista norte-americano Hyman Minsky, o conceito em pauta indica que, durante longos períodos de estabilidade econômica, a alavancagem cresce em estágios previsíveis.

Esses anos de ouro resultam em um ambiente de crédito farto e baixa percepção frente ao risco. Ao longo do tempo, o excesso de liquidez desafia o financiamento sensato e culmina em abusos como os verificados atualmente.

Como exemplo, Roubini atesta que os remédios aplicados para atenuar a bolha tecnológica estourada em 2001 - exageros em flexibilização monetária - apresentaram seus efeitos colaterais no nascimento de uma nova bolha, dessa vez no setor imobiliário.

Fonte


InfoMoney em 25/01/08

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Merrill Lynch sugere posições ao investidor da Vale em caso da compra da Xstrata

A Vale vem ocupando destaque no âmbito das fusões e aquisições após indícios de que está negociando a compra da mineradora anglo-suíça Xstrata, a sexta maior do mundo, em uma oferta que ficaria entre US$ 70 bilhões e US$ 90 bilhões.

Para o banco de investimentos Merrill Lynch, a oferta deve mesmo se concretizar e, segundo a instituição, não faltam razões para justificar o interesse da companhia brasileira.

Os analistas destacam que a operação está em linha com a estratégia da Vale de se tornar a maior mineradora do mundo, além de diversificar o portfólio e a área de atuação da empresa, reduzindo os riscos.

Melhor posicionamento

Admitindo que, caso seja concluído, o negócio deverá ser feito através de estruturas complexas, a Merrill Lynch acredita que o melhor caminho para o investidor é estar exposto às ações preferenciais classe A da Vale (VALE5) ou aos papéis preferenciais da holding Bradespar (BRAP4). Cabe lembrar que os analistas recomendam a compra de ambos os ativos.

Na visão do banco, a Vale deve conceder os direitos de tag along para os papéis PNA, o que tende a fazer com que o desconto de aproximadamente 10% em relação às suas ações ordinárias deixe de existir.

Fonte


InfoMoney em 25/01/08

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E no curto prazo?!?!?!?!

às 12:51 PM Posted by Investmaníacos under
Interessante a reportagem abaixo.
Confirma o que estamos vivendo na renda variável atual: VOLATIDADE!!!
Assim, qualquer previsão de curto prazo, seja ela grafista ou fundamentalista, é puro chute.
Em momentos como esse, o melhor é esperar e apenas olhar...
Volatilidade dificulta projeção ao comportamento da bolsa no curto prazo
Após forte queda recente, as bolsas apresentam um pregão de recuperação nesta quinta-feira (24). Na véspera, quando os mercados asiáticos, europeus e brasileiro já estavam fechados, Wall Street reverteu sua trajetória de baixa e acabou encerrando com ganhos expressivos, depois de bastante volatilidade.

Enquanto os analistas técnicos encontram nos seus indicadores a explicação para o repique para cima, os fundamentalistas buscam justificativas para a recuperação em fatores econômicos.

Para os primeiros, a penalização nos pregões anteriores levara muitas ações a níveis sobrevendidos, como demonstrado, por exemplo, pelos IFRs (Índices de Força Relativa), em um prenúncio de valorização iminente.

Já os fundamentalistas argumentam que a possibilidade de adoção de um plano de ajuda a seguradoras norte-americanas afetadas pelo subprime foi determinante para a inflexão em Wall Street na véspera. Seria mais uma medida contrária ao empoçamento de liquidez nos EUA e em prol de melhores condições do sistema financeiro.

Mais sensível

De fato, constata-se nos pregões recentes um aumento da sensibilidade do preço dos ativos a qualquer notícia ou rumor envolvendo a situação da economia norte-americana.

Se a nova informação relaciona uma probabilidade maior de recessão nos EUA com conseqüente impacto significativo sobre os países emergentes, a decorrência imediata é queda dos mercados pelo mundo. Quase a qualquer preço, investidores saem vendendo na tentativa de aumentar sua liquidez e pintam de vermelho o quadro das bolsas.

Em contrapartida, se a hipótese sugere soft landing na economia norte-americana e descolamento dos países emergentes à piora da situação nos EUA, há um esboço de recuperação do preço das ações. Como o noticiário vem pendendo mais ao negativo nas últimas semanas, o parágrafo anterior tem aparecido com freqüência nas manchetes.

Sobra um resíduo a explicar

De forma evidente, as elucubrações sobre os possíveis cenários repercutem no preço dos ativos. Porém, atribuir a magnitude das recentes mudanças no valor das ações a aspectos estritamente racionais encontra restrições.

Os preços dos ativos têm variado em proporção superior às eventuais alterações de fundamentos. Sentimentos de pânico, por vezes, foram vistos no mercado nas últimas sessões. Em intervalos mais curtos, há esboços de euforia, como se o preço alcançado pelas ações embutisse um cenário de extremo pessimismo, permitindo o repique forte para cima.

As explicações para os últimos movimentos da renda variável são repletas de nuances. Se as causas não são conhecidas, arriscar qualquer previsão para o curto prazo fica ainda mais complexo. A maior variância potencializa erros de previsão e torna quase impossível avaliar o comportamento da bolsa nos próximos pregões.

Fonte


InfoMoney em 24/01/08

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Analistas ressaltando a demora na flexibilização monetária nos EUA afirmam, com viés crítico, que o Fed está correndo atrás da curva de juro. Agora o Banco Central norte-americano parece estar correndo atrás das bolsas também.

Fora da rotina, o corte de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juro aplicado na terça-feira (22) foi tido como uma clara satisfação aos lamentos dos investidores. A Link Corretora interpreta que as autoridades monetárias dos EUA "estão reféns e só agem de forma reativa ao que pede ou exige o mercado".

Tal percepção foi reforçada pelo momento em que o Fed revelou o afrouxamento. "Com o feriado na segunda, as grandes perdas acionárias foram a única novidade entre a sexta e a terça-feira", destaca Ivo Chermont, economista da Modal Asset Management. Para ele, "certamente não foi coincidência".

Reação condenável

Ivo Chermont chama atenção para a peculiaridade do anúncio: "É difícil ver um banco central reagindo às bolsas". Focados em variáveis macroeconômicas - sobretudo inflação e crescimento -, formuladores de política monetária evitam atender aos anseios do mercado, visando barrar incentivos perigosos.

Segundo o economista da Modal Asset, a sensibilidade ao pânico é condenável: "Um banco central não deve, por natureza, reagir a movimentos da renda variável". Os investidores podem ignorar a indisciplina frente ao risco e se acostumar ao paternalismo do Fed.

A Link trata o assunto com ironia, avaliando a atitude do BC norte-americano como uma garantia firme aos mercados. "Dado que a disposição de se socorrer os investidores está mais do que confirmada, a resposta não pode ser diferente", constata a corretora em relatório: "Vamos todos aproveitar a festa".

Ao julgamento real

Acima dos questionamentos feitos por economistas ou dos lamentos expressos pelos investidores está o factual. Cabe monitorar a economia norte-americana durante os próximos meses.

Se a flexibilização promovida pelo Fed produzir resultados sadios, as críticas serão enterradas. Se for ineficaz, o 22 de janeiro será lembrado como uma tentativa desesperada de corrigir - e talvez agravar - o que já estava comprometido há algum tempo.

Fonte

InfoMoney em 23/01/08

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E aí, até onde vai cair?!?!?!?

às 12:41 PM Posted by Investmaníacos under

O mar "não tá pra peixe" gurizada...

A Bovespa abriu com queda de 6%, mostrando todo o mau humor do mercado mundial, que desde as primeiras horas da manhã já indicava que a casa iria cair...

Bem, conforme mostra o gráfico diário acima, o canal de alta formado desde 2005 tem suporte (linha inferior) ao redor de 50.00 pontos. Dos níveis atuais, 54.500 pontos, são aproximadamente 10% de queda.

Quem sabe aí o índice não encontra um fundo e pode voltar a reagir????

Não esqueçam que uma queda muito rápida, como esta que estamos assistindo, abre espaço para um repique corretivo antes de novas quedas. Assim, podemos ainda ter uma semana de pregões altistas, mas nada muito animador.

O jeito é esperar passar o furacão para o investidor assumir novas posições de compra.

Cautela nesta hora investidor, pois ainda não visualizamos o fundo desta queda.

OBS: Lembram da PETR4 a R$ 66,00, preço projetado pelo Ombro – Cabeça - Ombro ?? E o gap nos R$ 63,00???? Hoje estes níveis não parecem tão longes.... já bateu R$ 66,71....
Veremos....
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GGBR4

às 11:37 AM Posted by Investmaníacos under

Quem conhece a Gerdau sabe que esta empresa sempre apresentou bons resultados e vem crescendo ano após ano. Pois é, mas infelizmente não é o que o gráfico mostra no momento. Papel está com tendência de venda tanto no 120 minutos como no diário.

Graficamente, papel deve continuar sua tendência de queda, testando o suporte em 43,01. Se romper, pode buscar 42,77, sendo este último um bom teste para avaliar se haverá mudança de tendência (que pode ocorrer rapidamente).

Cabe salientar que papel deixou um gap em 49,50 (dia 16/01) e reza lenda que todo gap aberto será fechado.... Quem sabe este não será fechado em breve....

Vamos ficar atentos, pois este é uma papel de primeiríssima linha e acreditamos que não custa ficarmos ligados no movimento do gráfico para buscar o melhor momento de entrada no papel.


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Se acontecer o que está previsto na reportagem abaixo com o índice S&P 500, os lucros das bolsas mundiais para o ano de 2008 serão interessantes!!!

Dizemos isso porque com o mercado americano em alta, os demais mercados financeiros globais tenderão a acompanhar este desempenho.

Será que vai??!?!?!

No curto prazo parece difícil, com o índice S&P 500 em baixa de 6% neste ano, mas ainda tem muito tempo para realmente sabermos o que acontecerá com a economia americana...
No momento estamos vivendo os dias do chamado "pânico". Nestes dias os investidores ficam míopes...

Mande sua opinião sobre este tema.

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Média de preços-alvo aponta que S&P 500 encerrará 2008 com ganhos de 11,2%


São muitas as dúvidas que assombram os mercados globais, mas todas giram em torno do mesmo tema: a crise no mercado de crédito dos EUA. O início de 2008 foi árduo para Wall Street, levando consigo as demais bolsas globais a acentuada volatilidade e expressivas perdas.

Enquanto uns esperam um forte desaquecimento da economia norte-americana, outros falam em recessão. Parte do mercado ainda mostra descrença nas tentativas do Federal Reserve de solucionar, ou ao menos mitigar, os efeitos do subprime.

Mas apesar da piora de cenário verificada nas últimas semanas, a perspectiva de que, turbulência à parte, 2008 será um ano de ganhos na renda variável também nos EUA fica mantida.

Upside médio de 11,2%

A coleta de preços-alvo para o S&P 500, um dos principais índices de ações do mercado norte-americano, feita pela assessoria de investimentos Bespoke Investment Group, mostra projeções entre 1.525 e 1.700 pontos.

Ou seja, dado que o índice encerrou 2007 no patamar de 1.468 pontos, até os mais conservadores apostam na alta este ano.

Instituição

Preço-Alvo

Bear Stearns

1.700

HSBC

1.700

UBS

1.700

Citi

1.675

Goldman Sachs

1.675

Credit Suisse

1.650

Deutsche Bank

1.650

Strategas

1.640

Lehman Brothers

1.630

Bank of America

1.625

A.G. Edwards

1.600

J.P. Morgan Chase

1.590

Wachovia

1.590

Merrill Lynch

1.525

Morgan Stanley

1.525

Preço-Alvo Médio

1.632

Fonte: Bespoke Investment Group

O preço-alvo médio estipulado fica em 1.632 pontos, o que deixaria o S&P 500, ao final de 2008, com variação positiva de 11,2% no acumulado do ano.

No fechamento de terça-feira (15), o índice acumulava baixa de 5,95%, aos 1.381 pontos. Neste patamar, o preço-alvo médio das 15 projeções coletadas pela Bespoke Investment Group sugere um upside de 18,2%

Fonte


InfoMoney em 16/01/08

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Como mostra o gráfico diário acima, além dos nossos comentários em posts anteriores, o GAP nos R$ 75,00 foi fechado ontem.

A questão agora é: onde será o fundo dos preços da PETR4???

Tendo em vista o panorama atual dos mercados financeiros globais, existe a possibilidade da Petro fechar um pequeno GAP em R$ 63,00...
A possibilidade é mais forte devido a formação de um OCO (Figura de reversão de tendência denominada Ombro - Cabeça - Ombro), que projeta preços próximos a R$ 66,00.

Se a situação nos EUA piorar mais (já está preta!!!), aí sim podemos ter o fechamento deste gap, com um queda aproximada de 15%, tendo como base os níveis atuais de preços.

Se ocorrer efetivamente o fechamento deste gap, será uma excelente oportunidade de compra para o longo prazo.

Veremos...

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O gráfico diário acima mostra que a ação, após perder o suporte dos últimos meses em R$ 46,80, poderá testar o suporte do canal de alta (linha inferior), formado desde o início de 2006.

Achamos que isso realmente deverá acontecer, com seus preços alcançando os níveis entre R$ 40,00 e R$ 42,00, níveis próximos a média móvel de 200 semanas (linha em azul), um suporte natural das ações.

Neste ponto será uma oportunidade excelente de compra para o longo prazo.

Veremos...

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Banco reforça otimismo com bolsas da América Latina em 2008 e anuncia Top Picks

O Santander reiterou perspectivas favoráveis para os mercados financeiros da América Latina em 2008, apesar do cenário turbulento derivado de temores relacionados à economia dos EUA. Em relatório divulgado nesta segunda-feira (14), o banco revela suas 34 Top Picks na região, sendo 14 brasileiras.

Os setores ligados à commodities e ao mercado doméstico são os preferidos. A equipe do Santander espera que os preços de petróleo, minério de ferro, aço, cobre, celulose e níquel continuem em trajetória positiva em 2008. Ainda que os retornos sejam menores do que aqueles registrados nos últimos cinco anos.

Enquanto os segmentos de Transportes, Construção Civil, Financeiro e Varejo representam grandes oportunidades em decorrência do potencial de crescimento em diversas nações na América Latina. Maior acesso à crédito e gargalos em infra-estrutura são fatores determinantes nesse sentido.

A instituição financeira projeta uma expansão de lucro e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) das empresas latino-americanas na faixa de, respectivamente, 16,0% e 16,3% neste ano.

Commodities

As empresas Petrobras, Lupatech, CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), Vale, VCP (Votorantim Celulose e Papel) e Aracruz compõem a lista das Top Picks brasileiras atreladas a commodities. Para as duas primeiras, novas descobertas de reservas de petróleo e aumento da produção estão em foco.

Segundo avaliação dos analistas, a tendência de forte demanda por metais seguirá presente em 2008, dadas as previsões otimistas de expansão das economias emergentes. A aposta do Santander é focar em mineradoras em detrimento às siderúrgicas. Com exceção da CSN, que também possui exposição na indústria de mineração.

Já a respeito de papel e celulose, além da possibilidade de manutenção de condições apertadas no mercado e, logo, de preços elevados, existe grande expectativa sobre o início do processo de consolidação do setor.

Destaques para 2008

Em toda a América Latina, o setor com a maior estimativa de crescimento é o de transportes, conforme análise do banco. No Brasil, principalmente as companhias de logísitica. E, nesse caso, a Top Pick é a Log-In. Entre as aéreas, no entanto, a cautela ainda prevalece quando o assunto é Brasil.

Em seguida aparece o setor de construção civil. A espantosa expansão no número de lançamentos das incorporadoras de imóveis brasileiras no ano passado reflete o momento positivo. Para o Santander, as melhores opções são Rossi Residencial e Agra.

Por fim, também carrega projeções promissoras, o setor financeiro. A instituição prefere os bancos latino-americanos mais empenhados no crédito ao consumidor. No Brasil, o Unibanco é o Top Pick do Santander.

Confira as Top Picks brasileiras do Santander:

Setor

Top Pick

Transportes

Log-In

Construção Civil

Rossi e Agra

Industrial

Indústrias Romi

Energia & Saneamento

Energias do Brasil

Financeiro

Unibanco

Alimentos & Bebidas

Marfrig

Metais & Mineração

CSN e Vale

Petróleo & Gás

Petrobras e Lupatech

Papel & Celulose

VCP e Aracruz

Telecomunicações & Mídia

Brasil Telecom

*No setor varejista não há Top Picks brasileiras

Fonte

InfoMoney em 15/01/08

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