Olhem o gráfico semanal acima da ação VALE5, Vale PNA!!!

Conseguem visualizar um "M"?!?!

Essa letra está fácil de ver, apesar de ser um "M" com mal de Parkinson na primeira perna...

Será que depois de fechar esta perna do "M" a ação terá forças para reagir?!?!

E agora Mister "M", revela este segredo para nós ?!?!

Bem, a reação do papel é o que todos nós Investidores queremos!!!!

Mas só podemos ficar na torcida porque esta queda de VALE5 "tá de matar". O sofrimento e as perdas estão grandes...

Agora a ação está subindo 4,09%, cotada a R$ 36,88

Suporte imediato em R$ 33,00, nível quase atingido ontem. Depois, suporte só na linha inferior de tendência de alta traçada no gráfico.

Investmaníacos

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Petrobrás PN, e agora ?!?!

às 1:05 PM Posted by Investmaníacos under

No gráfico semanal acima podemos acompanhar o comportamento da ação PETR4, Petrobras PN, desde janeiro de 2003

Depois de 13 semanas caindo (o Zagallo certamente diria que agora é a hora de entrar), após atingir sua máxima cotação histórica, o papel encontrou um suporte próximo a linha superior (resistência) do canal de alta formada desde 2005 até Outubro de 2007, quando ocorreu uma aceleração da tendência de alta.

É um nível importante de preços que, se perdido, pode levar o papel aos R$ 27,50. Nada bom....

Agora a ação está subindo 2,11%, cotado a R$ 33,32

Ainda não há sinal de mudança de tendência. Mas depois da notícia que o Mega Investidor George Soros comprou algumas ações da Petrobrás (apenas alguns trocados para ele), é interessante acompanharmos os próximos movimentos do papel, pois o Sr. Soros não costuma perder dinheiro...

Investmaníacos

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A Bovespa ignorou o mau humor externo e recuperou hoje uma parte das perdas de ontem, que levaram o Índice ao menor nível de pontos em quase um ano. Os preços atraentes, aliados à alta dos preços do petróleo e das commodities metálicas, fizeram com que a Bolsa fechasse em alta, na contramão dos principais índices acionários globais.

O Ibovespa fechou em alta de 0,59%, aos 53.638,7 pontos, depois de oscilar entre a mínima de 52.345 pontos (-1,84%) e a máxima de 54.329 pontos (+1,88%). No mês, ainda acumula perdas de 9,86% e, no ano, de 10,58%. O giro financeiro somou R$ 4,599 bilhões (preliminar).

Na abertura, a Bovespa acompanhou o comportamento dos pregões globais, que recuavam em reação às notícias ruins vindas do segmento financeiro norte-americano e também aos indicadores desfavoráveis à economia dos EUA. Os destaques foram a notícia de que o banco de investimentos Lehman Brothers estaria negociando a venda de sua unidade de gerenciamento de ativos para cobrir o buraco em seu balanço patrimonial; a declaração do ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) de que um grande banco dos EUA poderá quebrar nos próximos meses - os cotados seriam Merrill Lynch e Wachovia, segundo afirmação de ontem do chefe de investimento de uma instituição financeira; e a afirmação do Goldman Sachs de que a seguradora AIG pode perder até US$ 20 bilhões em suas aplicações em obrigações de dívida colateralizada (CDO) e, por causa disso, sofrer rebaixamentos de seus ratings.

Os indicadores não foram menos desanimadores: a inflação no atacado, medida pelo PPI, subiu 1,2% em julho ante junho, mais que o dobro do 0,5% esperado pelos analistas. Ante julho do ano passado, o índice quase chegou a dois dígitos ao avançar 9,8%, o maior aumento desde junho de 1981. O núcleo não foi melhor e subiu 0,7% em julho ante junho, mais que o triplo da alta de 0,2% prevista por analistas, e 3,5% ante julho de 2007, o maior avanço em 17 anos.

O arremate da teoria da estagflação veio do número de construções residenciais iniciadas, que caiu 11% em julho. O dado tem o mérito de ter vindo ligeiramente melhor do que o tombo de 11,8% estimado pelos analistas, mas não se pode dizer que ele foi saudável: ficou no mais baixo nível desde março de 1991.

Com tudo isso, o dólar se enfraqueceu e o petróleo engrossou a voz. Acabou virando a queda da abertura e subiu 1,47% no fechamento pelo contrato de setembro negociado na Nymex. O preço final foi de US$ 114,53. As commodities metálicas acompanharam a alta. Com isso, o Dow Jones terminou em -1,14%, aos 11.348,6 pontos, o S&P recuou 0,93%, aos 1.266,68 pontos, e o Nasdaq perdeu 1,35%, para 2.384,36 pontos.

O avanço das commodities serviu de desculpa para os investidores domésticos irem às compras, mas foram mesmo os preços mais do que atrativos a principal justificativa para a Bovespa subir. Os ganhos, entretanto, foram bastante reduzidos no final, por causa justamente das quedas em Nova York.

Petrobras ON avançou 2,93%, PN, 3%, Vale ON, 1,53%, e PNA, 1,52%

Fonte:

AE Broadcast / EUM Investimentos

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CCRO3 e suas concessões rodoviárias

às 12:49 PM Posted by Investmaníacos under

A pedido do Investidor MGA, estamos publicando uma análise da ação CCRO3, CCR Rodovias ON.

O gráfico 1 acima mostra seu comportamento semanal desde Janeiro de 2004.

Olhem que tendência de alta!!! Apenas em alguns períodos nestes anos a ação apresentou uma queda mais acentuada.

A última queda acentuada ocorreu em Outubro de 2007, com as notícias relacionadas aos leilões das concessões rodoviárias federais (ver matéria da época clicando aqui).

Atualmente a ação está dentro de um triângulo simétrico, com uma tendência indefinida.

Nesta figura, os preços oscilam dentro das linhas superior (resistência) e a inferior (suporte). A definição da tendência ocorre apenas com o rompimento de uma das linhas do triângulo.

O gráfico 2 acima (diário), mostra o comportamento de curto prazo do papel.

Alinha tracejada amarela é o suporte imediato da ação. Agora está cotada a R$ 28,66, subindo 0,84% e respeitando este suporte. Se perder este nível de preço, tende a testar a linha de tendência de alta de longo prazo (linha inferior).

Suporte na linha inferior do triângulo em R$ 24,00.

Resistência na linha superior da figura em R$ 34,00.

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Nova York, metais e petróleo. O comportamento do mercado acionário hoje foi mais do mesmo, o que significa dizer que a Bovespa, de novo, fechou em queda. As perdas, pelo oitavo pregão de um total de 12 em agosto, fizeram a Bovespa retroceder quase um ano: o principal índice recuou 1,69%, para 53.326,5 pontos, menor nível desde os 52.652,6 pontos de 10 de setembro de 2007.

Em agosto, a queda atinge 10,38% e, em 2008, 16,53%. O índice oscilou hoje entre 53.050 pontos (-2,20%) e 54.928 pontos (+1,26%). O giro financeiro foi fraco apesar do vencimento de opções sobre ações e totalizou R$ 4,524 bilhões (preliminar). Desse total, R$ 794,911 milhões referiram-se ao exercício, que se configurou como o quarto menor do ano.

Wall Street também teve perdas firmes: Dow Jones registrou baixa de 1,55%, aos 11.479,2 pontos, S&P caiu 1,51%, aos 1.278,60 pontos, e o Nasdaq, -1,45%, aos 2.416,98 pontos. O setor financeiro voltou ao foco das preocupações, com os investidores se desfazendo principalmente dos papéis das agências hipotecárias Freddie Mac e Fannie Mae. Esses papéis abriram pressionados com notícia veiculada na revista Barron's dando conta da possibilidade de o Tesouro recapitalizar as agências, o que faria com que as participações dos atuais acionistas perdessem totalmente o valor. À tarde, as perdas foram ampliadas com a decisão de um banco de investimentos rebaixar o preço-alvo das ações.

Mas o setor financeiro, de modo geral, caiu, também porque o Wall Street Journal informou que o Lehman Brothers poderá perder US$ 1,8 bilhão no trimestre, ainda por causa do subprime, e porque um banco de investimentos estrangeiro reduziu suas perspectivas para Goldman Sachs, JPMorgan, Citigroup e Morgan Stanley.

O petróleo em baixa, hoje, não serviu para ajudar Nova York, apenas para afetar negativamente Petrobras. Na Nymex, o contrato para setembro recuou 0,79%, aos US$ 112,87. Petrobras ON perdeu 2,87% e PN, 3,03%. Vale caiu 2,22% a ON e 2,24% a PNA, apesar de o setor ter boas notícias. Hoje, a BHP Billiton anunciou lucro recorde e a Rio Tinto fechou acordo com a estatal indiana NMDC para a criação de uma joint venture que irá procurar e explorar minério de ferro e outros minerais no mundo.

A queda na Bovespa foi generalizada, poupando apenas 14 das 66 ações que compõem o Ibovespa. A maior queda do índice foi registrada por Rossi Residencial ON (-5,86%) e maior alta, por Cesp PNB (+3,26%).

Segundo um profissional do mercado, apesar de a Bovespa estar em níveis muito atrativos, não está havendo ingresso de recursos novos na ponta compradora. Como a agenda está morna nos próximos dias, o comportamento de hoje pode se repetir, apesar do nível baixo em que se encontra o Ibovespa.

Fonte:

AE Broadcast / EUM Investimentos

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Completando o título, as ações continuam caindo!!!!

O gráfico diário acima não mostra nenhum sinal de reversão da tendência atual de baixa.

Já estamos próximos dos 53.000 pontos. Depois disso, suporte só nos 45.000 ...

Tá difícil este nosso Índice!!!

Para alguns que só conheciam a alta, está inacreditável...

O quê esperar??? Cadê os caras que falavam em 80.000 pontos no final do ano?? Será que hoje, 18/08/08, alguém ainda acredita nisso ??

Investmaníacos

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Depois da breve recuperação nos dois pregões anteriores, a Bovespa voltou hoje ao comportamento predominante dos últimos tempos: queda. Por causa do recuo do petróleo, metais e commodities metálicas, o principal índice da Bolsa doméstica passou por um declínio generalizado e voltou a fechar em níveis registrados no início do ano.

O Ibovespa terminou a sexta-feira em queda de 1,62%, aos 54.244,0 pontos, menor nível desde 23 de janeiro, quando havia fechado em 54.234,8 pontos. O índice oscilou hoje entre a mínima de 53.831 pontos (-2,37%) e a máxima de 55.307 pontos (+0,30%). Na semana, perdeu 4,13%, no mês, 8,84% e, no ano, 15,09%. O volume totalizou R$ 4,573 bilhões (preliminar).

O preço do petróleo, que amanheceu em baixa, teve um incentivo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para manter-se com o mesmo sinal. Relatório da organização destacou que a desaceleração econômica vai reduzir a demanda por petróleo, com conseqüente aumento dos estoques. O que significa preços mais baixos.

Os fundos não resolveram esperar para ver se as previsões vão se confirmar e já começaram a se desfazer de commodities agrícolas, em especial aquelas ligadas à produção de combustíveis, como milho, soja e açúcar, já que, se os estoques de petróleo subirem, haverá menor demanda, por exemplo, pelo etanol.

Na Nymex, o contrato para setembro do petróleo caiu 1,08% e fechou em US$ 113,77. Com os temores de enfraquecimento econômico que cresceram nesta semana ao redor do mundo, o dólar continuou a se valorizar contra o euro, e isso também ajudou a puxar para baixo os preços das outras commodities.

Diante do preço em baixa das matérias-primas, a Bovespa passou por uma queda generalizada nos papéis, liderada por Vale, Petrobras e siderúrgicas. Os bancos também fecharam com sinal negativo. Petrobras ON caiu 2,08%, PN, 2,30%, acumulando perdas de 2,31% e 2,62% na semana. O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, avaliou hoje que a queda do preço do petróleo pode ser passageira e tende a ser revertida. Vale perdeu 1,90% na ON (-0,7% na semana) e 2,22% na PNA (-1,38% na semana).

Em Wall Street, o Dow Jones terminou a sexta-feira em alta de 0,38%, aos 11.659,9 pontos, o S&P avançou 0,41%, aos 1.298,19 pontos, e o Nasdaq recuou 0,05%, para 2.452,52 pontos. Os destaques em Nova York foram as ações de varejistas, que divulgaram balanços favoráveis. Os indicadores conhecidos hoje também não decepcionaram. Por exemplo o índice Empire State, que mede a atividade no setor de manufatura na região de Nova York, que subiu para 2,77 em agosto, de -4,92 em julho.

Na segunda-feira, a agenda norte-americana de indicadores é fraca e, no Brasil, haverá o vencimento de opções sobre ações. Mas o volume deve ser fraco, dado o comportamento recente da Bovespa. As commodities seguem no horizonte.

Fonte:

AE Broadcast / EUM Investimentos

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