Depois de atingir o fundo do poço em R$ 9,00, a EMBR3 está iniciando sua recuperação.

O gráfico diário acima mostra este comportamento.

Já passou a resistência dos R$ 12,50, iniciando o processo de decolagem, tendo como destino o fechamento do gap na faixa dos R$ 16,50.

Porém, é provável que, para chegar ao destino, o papel passe por algumas turbulências.

Suporte em R$ 11,00.

Resistência em R$ 17,00

Investmaníacos

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Num pregão pouco volátil e de volume fraco, a Bovespa conseguiu engatar sua segunda alta seguida, apesar da queda das commodities metálicas e do petróleo no mercado externo. Vale, siderúrgicas e bancos guiaram os ganhos do índice, que ainda teve a contribuição das ações da Ultrapar, depois do anúncio da compra da Texaco no Brasil. Apesar dos indicadores sinalizando desaceleração econômica na Europa e Estados Unidos e também inflação em alta na maior economia do planeta, as bolsas em ambas as regiões subiram, ajudando a Bovespa.

O Ibovespa terminou o dia com variação positiva de 1,04%, aos 55.138,4 pontos. Oscilou entre a mínima de 54.573 pontos (estável) e a máxima de 55.725 pontos (+2,11%). No mês, acumula perdas de 7,34% e, no ano, de 13,69%. O volume totalizou R$ 4,114 bilhões (preliminar).

Em Wall Street, o Dow Jones terminou em alta de 0,72%, aos 11.615,9 pontos, o S&P subiu 0,55% e o Nasdaq, 1,03%, abaixo das máximas, com a interpretação dos investidores de que os dados divulgados hoje sinalizam estagflação. "Isto é reflexo de um mercado confuso. Em alguns dias, as pessoas querem celebrar o declínio nos preços do petróleo e, em outros dias, existe a preocupação de que o petróleo está caindo por causa da desaceleração do crescimento global", disse analista. "Mesmo se você tiver um alívio com os preços do petróleo, a economia pode permanecer deprimida", comentou outro analista.

A inflação no varejo medida pelo CPI subiu 0,8% no dado cheio (o dobro do previsto) e 0,3% no núcleo (0,2% estimado), enquanto os pedidos de auxílio-desemprego caíram 10 mil na última semana, ante previsão de queda de 8 mil. Na Europa, os principais PIBs trimestrais divulgados hoje mostraram retração (Alemanha, França e zona do Euro).

A queda do petróleo (-0,85%, a US$ 115,01, o contrato para setembro na Nymex) e o suporte das ações de financeiras ajudaram a sustentar as bolsas nos Estados Unidos. Os papéis de bancos foram beneficiados no Brasil e subiram.

Vale e siderúrgicas também operaram em alta. A mineradora brasileira anunciou hoje investimentos de US$ 5 bilhões no Pará e voltou a ser alvo de rumores de que estaria de olho em outra companhia, desta vez, na mineradora de carvão australiana Felix Resources. Os preços baratos também chamaram compras, apesar da queda dos metais. Vale ON subiu 1,08% e Vale PNA, +2,67%.As siderúrgicas, por sua vez, seguiram a trajetória dos papéis na Europa, com um empurrãozinho da ThyssenKrupp, que elevou sua projeção para o ano fiscal 2008 e anunciou lucro no trimestre encerrado em 30 de junho de 573 milhões de euros, ante expectativa de analistas de 571 milhões de euros. Gerdau PN avançou 2,28%, Metalúrgica Gerdau, 2,35%, CSN ON, 1,48%.

Usiminas PNA, no entanto, caiu 0,55%, depois de anunciar lucro abaixo das previsões, de R$ 860,775 milhões no segundo trimestre deste ano.

Já Petrobras acabou virando para baixo com a queda do petróleo. As ações ON caíram 0,85% e as PN, 0,92%.

Ultrapar, que comprou 100%, por R$ 1,161 bilhão, o negócio de distribuição de combustíveis Texaco no Brasil, liderou os ganhos do Ibovespa e subiu 7,15%.

Fonte:

AE Broadcast /EUM Investimentos

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A alta dos metais e do petróleo deu gás aos papéis de Vale, Petrobras e siderúrgicas, impedindo que o Ibovespa acompanhasse Nova York e caísse. O vencimento de índice futuro também ajudou a engrossar as ordens de compras principalmente das blue chips, garantindo o primeiro fechamento em alta após quatro tombos.

Os ganhos, entretanto, foram tímidos: a Bovespa terminou a quarta-feira em alta de 0,13%, aos 54.573,2 pontos, e reduziu as perdas de agosto para 8,29% e as de 2008 para 14,58%. O índice oscilou entre a mínima de 54.035 pontos (-0,86%) a máxima de 55.492 pontos (+1,81%).

O giro somou R$ 11,735 bilhões (preliminar), engrossado pelo vencimento de índice futuro e opções sobre Ibovespa. O exercício de opções sobre Ibovespa movimentou R$ 3,251 bilhões e foi o maior desde 12 de dezembro de 2007, quando o giro alcançou R$ 3,784 bilhões. No último vencimento, em 18 de junho, o movimento foi de R$ 2,808 bilhões.

As ações da Petrobras foram destaque do pregão, com giro forte e aceleração firme, apesar das declarações dadas ontem pelo presidente Lula a respeito das reservas do pré-sal. Os papéis exibiram queda forte na abertura, mas ela foi sendo devolvida com a alta do petróleo no mercado externo e o vencimento futuro. Mas a idéia do governo de criar uma empresa para explorar a área limitou os ganhos da estatal, segundo os operadores. Assim mesmo, as ações tiveram bom desempenho: +2,61% as ON e +2,06% as PN.

O petróleo teve uma alta robusta nesta quarta-feira por causa, principalmente, dos estoques do produto menores do que o previsto nos Estados Unidos. Na Nymex, o contrato para setembro terminou em alta de 2,65%, aos US$ 116, prejudicando as já enfraquecidas bolsas norte-americanas. Os metais em alta também pesaram por lá, assim como os sinais de desaceleração econômica no Japão e Reino Unido, os indicadores fracos e também notícias ruins do setor financeiro.

O Dow Jones terminou o pregão em baixa de 0,94%, aos 11.533,0 pontos, o S&P recuou 0,29%, aos 1.285,82 pontos, e o Nasdaq terminou com variação negativa de 0,08%, aos 2.428,62 pontos. As bolsas asiáticas e européias já haviam caído, depois que Japão e Reino Unido apontaram sinais de enfraquecimento econômico, isso acendeu o sinal amarelo para as estimativas de PIB que Alemanha, França e zona do euro divulgam nesta quinta-feira. Isso deve transformar a quinta-feira um dia igualmente difícil, que ainda contará com a divulgação do índice de preços no varejo norte-americano (CPI).

As ações da Vale terminaram hoje o pregão em alta de 4,58% as ON e 2,77% as PNA. Siderúrgicas acompanharam o movimento: Gerdau PN avançou 1,78%, Usiminas PNA, 0,73%, CSN ON, +3,47%, e Metalúrgica Gerdau PN, +1,86%. Bancos, no entanto, acompanharam os equivalentes norte-americanos e caíram: BB ON, -2,75%, Bradesco PN, -0,30%, Itaú PN, -1,99%, e Unibanco Units (-0,68%).

Fonte:

AE Broadcast / EUM Investimentos

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BBAS3 perdendo o rumo...

às 12:57 PM Posted by Investmaníacos under

O gráfico diário acima mostra que o Banco do Brasil ON (BBAS3) está perdendo um importante nível de preços.

O suporte deste canal lateral é antigo e já foi testado na queda anterior.

Visto a reação que aconteceu na última vez que a ação alcançou estes níveis, pode ser um investimento interessante. Mas cuidado, pois a ação é muito volátil...
A tendência ainda é de queda. Próximo suporte na faixa dos R$ 21,00.

Investmaníacos

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Por pouco a Bovespa não conseguiu descolar-se de Nova York: trabalhou o dia todo em alta, sustentada por Petrobras e Vale. Mas as perdas firmes das principais bolsas norte-americanas, juntamente com o enfraquecimento das ações de ambas as empresas fez com que o Ibovespa virasse e fechasse, de novo, com sinal negativo. Foi o quarto dia seguido de baixas, período no qual acumulou retração de 5,3%.

O Ibovespa perdeu 0,40%, aos 54.503,0 pontos, ampliando as perdas de agosto para 8,41% e as de 2008 para 14,69%. Oscilou hoje entre a mínima de 54.325 pontos (-0,72%) e a máxima de 55.355 pontos (+1,16%). O volume financeiro totalizou R$ 5,189 bilhões (preliminar).

A reação ao lucro recorde de R$ 8,783 bilhões registrado pela Petrobras no segundo trimestre deste ano fez com que os investidores mantivessem constantemente ordens de compras para os papéis da empresa. E isso ajudou a segurar a alta do Ibovespa na maior parte do dia. No final do pregão, entretanto, os ganhos das ações foram reduzidas e, com a inversão para baixo da Vale, o índice sucumbiu às perdas em Wall Street.

Além da queda do petróleo o dia todo alfinetando o desempenho da Petrobras - o contrato para setembro perdeu 1,26%, para US$ 113,01 em Nova York - pouco antes de o pregão terminar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que a camada pré-sal não deve ficar concentrada "na mão de meia dúzia de empresas". Segundo ele, o petróleo brasileiro não é da Petrobras, mas "do povo", e é preciso discutir o destino desse petróleo. Nas últimas semanas, os investidores vêm reagindo com vendas às notícias de que o governo planeja criar uma empresa para explorar a camada pré-sal, o que esvaziaria a Petrobras.

As ações ON avançaram 0,85% e as PN, 1,13%. No melhor momento do pregão, chegaram a avançar 3,86% e 3,36%, nesta ordem. Vale também foi alvo de vendas com a piora em Nova York e também com a influência dos metais em queda. As ações viraram e perderam 0,57% as ON e 0,03% as PNA (subiram 1,99% e 1,64% na máxima do dia, respectivamente). Por causa da desaceleração da demanda prevista para a economia global, o setor siderúrgico caiu em bloco, enquanto os bancos recuaram por causa das notícias ruins do setor nos Estados Unidos e Europa, razões para a queda dos principais índices norte-americanos. Gerdau PN, por exemplo, perdeu 3,08%, enquanto Bradesco PN recuou 1,30%.

Dow Jones recuou 1,19%, aos 11.642,5 pontos, S&P recuou 1,20%, aos 1.289,59 pontos, e Nasdaq fechou com variação negativa de 0,38%, aos 2.430,61 pontos. O JPMorgan anunciou baixa contábil de US$ 1,5 bilhão em títulos lastreados por hipotecas; o Morgan Stanley informou que está recomprando US$ 4,5 bilhões em títulos com rendimento definido em leilão, enquanto o Wachovia revisou em alta seu prejuízo trimestral para refletir um provável impacto de US$ 500 milhões antes de impostos provocado por um acordo sobre títulos desse tipo. Na Europa, o UBS anunciou prejuízo no segundo trimestre, depois de computar US$ 5,1 bilhões em perdas contábeis.

Para amanhã, a volatilidade na Bovespa tende a ser ainda maior por conta do vencimento de Ibovespa futuro e de opções sobre Ibovespa. A agenda doméstica está esvaziada de eventos relevantes, e as atenções devem se voltar para as vendas no varejo nos EUA e para os dados de estoques de petróleo divulgadas lá.

Fonte:

AE Broadcast / EUM Investimentos

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Em busca do GAP perdido...(TELB4)

às 12:46 PM Posted by Investmaníacos under

Bom, quem não lembra ter ouvido falar recentemente (poucos meses atrás) da valorização surpreendente dos papéis da Telebrás após anúncio do governo federal sobre investimentos que seriam realizados na empresa para modernização....

Pois é, mas agora vamos ao fatos.... Avaliando o gráfico diário, acima postado, qual seria sua aposta? Qual a primeira impressão que você tem? O papel vai cair ou vai subir?

Talvez vocês tenham a mesma impressão que nós, ou seja, de que o papel vai continuar caindo. Nesta análise, apenas queremos mostrar a "força" de um GAP. Isto parece até que tem explicação científica tamanha a força que um GAP exerce para atrair o candle para o seu lado. Talvez algum físico de plantão possa encontrar alguma explicação, mas o fato é que o papel indica estar andando nesta direção sem apresentar muita resistência, quase uma hipnose....

E aí fica a pergunta: Será que efetivamente irá fechar o GAP? Quando fechar o GAP, será que valerá a pena arriscar uma compra?

Bom, isto nem a mãe Dinah têm a resposta... Sinceramente, entendemos que não, mas um fato a ser destacado são as eleições que estão chegando....

E você, o que acha ?? O risco compensa??? Arriscaria uma compra só para ver no que vai dar??

Mande sua opinião!!

Bons Negócios,

Investmaníacos

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Veja também:

TELB4 voltará aos nove centavos ??

Chamada a cobrar... (TELB4)

Telebrás, a futura banda larga do Brasil (TELB4) ??

O sábado e o domingo serviram apenas como uma pausa para a Bovespa dar continuidade nesta segunda-feira ao que já vinha fazendo nos dois últimos pregões da semana passada: cair. As razões para isso, pelo menos, se mantiveram: petróleo e metais em queda, além dos temores de desaceleração econômica. Hoje, até mesmo a queda da bolsa chinesa foi usada de justificativa para as ordens de vendas que, no pregão paulista, foram patrocinadas principalmente por estrangeiros.

O Ibovespa terminou a segunda-feira em queda de 3,29%, a segunda maior do mês, atrás apenas do dia 4 (-3,51%), e a terceira no patamar de 3% (no dia 1º, o índice havia recuado 3,15%). Em pontos, a Bovespa registrou 54.720,2 pontos, voltando a situar-se no menor patamar desde 23 de janeiro (54.234,8 pontos). O índice oscilou entre a mínima de 54.569 pontos (-3,56%) e a máxima de 56.974 pontos (+0,69%). No mês, acumula perdas de 8,04% e, no ano, de 14,35%. O volume financeiro totalizou R$ 4,885 bilhões (preliminar). O petróleo até abriu a semana em alta, por causa do conflito entre Geórgia e Rússia, por causa do território separatista Ossétia do Sul. A Geórgia, onde está a região, é um importante corredor para a indústria de petróleo e gás, ligando a região do Mar Cáspio aos mercados mundiais, e isso pressionou os preços pela manhã.

À tarde, no entanto, os temores de demanda menor voltaram a rondar os negócios e o contrato para setembro fechou em baixa de 0,65%, a US$ 114,45 na Nymex. Os metais também recuaram e, com isso, as bolsas norte-americanas acabaram sustentando-se em elevação.

O Dow Jones terminou em alta de 0,41%, aos 11.782,4 pontos, o S&P avançou 0,69%, para 1.305,31 pontos, e a Nasdaq teve alta de 1,07%, para 2.439,95 pontos.O preço em baixa destas commodities, antídoto para Wall Street, é como veneno à Bovespa. Vale tombou mais de 4% e Petrobras só caiu a metade disso porque muitos investidores seguraram papéis à espera do balanço do segundo trimestre, que sai ainda hoje. A expectativa é de que a estatal lucre R$ 7,9 bilhões. As siderúrgicas, os bancos e o setor elétrico também pesaram. Apenas quatro ações do Ibovespa subiram.

Os investidores estrangeiros continuaram deixando o mercado acionário local, também com a justificativa de que o aumento do saldo comercial chinês, anunciado hoje, pode ser um indício de enfraquecimento da economia daquele país. Esse temor ainda existe para o terceiro trimestre, quando as medidas do governo para diminuir a poluição do país para as Olimpíadas passaram por restrições na produção e no transporte.

Depois do tombo de hoje - e após o conhecimento dos números da Petrobras - amanhã a Bovespa pode esboçar uma recuperação, também já iniciando o movimento de vencimento de opções sobre Ibovespa e Ibovespa futuro na quarta-feira.

Após o fechamento do pregão, a Petrobras divulgou lucro líquido de R$ 8,783 bi no 2º trimestre de 2008, alta de 29% em relação ao mesmo período de 2007 e ultrapassa o resultado de R$ 8,141 bilhões obtido no quarto trimestre de 2005, recorde da companhia até então.

Fonte:

AE Broadcast / EUM Investimentos

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