A Bovespa terminou agosto da mesma forma que começou: em baixa. No último pregão do mês, o indicador acompanhou as perdas das bolsas norte-americanas e também das commodities e recuou 1,24%, aos 55.680,4 pontos. Com isso, pelo terceiro mês seguido acumulou perdas, de 6,43% em agosto, o que ampliou o recuo de 2008 para 12,84%. Na semana, o índice recuou 0,30%.

Hoje, o Ibovespa oscilou entre a mínima de 55.678 pontos (-1,25%) e a máxima de 56.856 pontos (+0,84%). O giro financeiro do pregão somou R$ 4,769 bilhões (preliminar), sendo que mais de R$ 1 bilhão foi registrado na última meia hora do pregão, o que não impediu, entretanto, que agosto tivesse a menor média diária do ano, de R$ 4,811 bilhões até ontem, segundo o site da Bovespa.

Em Wall Street, o Dow Jones perdeu 1,46%, aos 11.544,0 pontos, o S&P teve baixa de 1,37%, aos 1.282,82 pontos, e a Nasdaq teve baixa de 1,83%, aos 2.367,52 pontos. Os resultados ruins da Dell e o indicador fraco de renda pessoal prejudicaram as ações, embora a inversão do petróleo para baixo tenha diminuído um pouco a pressão de venda sobre os papéis.

A fabricante de computadores norte-americana Dell anunciou queda de 17% no lucro líquido do segundo trimestre deste ano, para US$ 0,31 por ação, enquanto os analistas esperavam US$ 0,36. Já o índice de preços para gastos com consumo pessoal (PCE) cresceu 0,6% em julho em relação a junho, depois de subir 0,7% em junho. O aumento do índice cheio ficou levemente acima da alta de 0,5% prevista pelos economistas, mas o núcleo acertou as apostas de 0,3%. O que desagradou, no entanto, foi o dado de renda pessoal, que caiu 0,7%, ante -0,4% previsto, e foi a maior queda desde agosto de 2005.

No final do pregão, o contrato para outubro do petróleo recuou 0,11%, aos US$ 115,46, favorecendo Nova York, mas ajudando a ampliar as perdas da Bovespa ao pesar sobre os papéis da Petrobras. Petrobras PN perdeu 1,27% e ON, 1,48%, ambas as ações fecharam na mínima cotação do dia, de respectivamente R$ 34,90 e R$ 42,66. Vale, outra blue chip, caiu hoje na esteira dos metais. ON, -0,75% e PNA -1,81%.

Na segunda-feira, com o feriado nos EUA do Dia do Trabalho, o dia deve ser de marasmo na Bovespa, piorando ainda mais o volume financeiro negociado no pregão. Com isso, qualquer operação tem peso para puxar o índice, mas os

analistas apostam que há espaço para setembro começar em alta.

Fonte:

AE Broadcast / EUM Investimentos

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Será o início do fim...(Dow Jones)

às 11:37 AM Posted by Investmaníacos under

Depois de sucessivas quedas e o teste do suporte do grande canal de baixa (reta inferior do canal), o Índice americano Dow Jones iniciou sua reação.

Como mostra o gráfico diário acima, já temos um canalzinho de alta lá no "fundo do poço".

Agora o Dow deverá testar a linha intermediária do canal de baixa (linha pontilhada em amarelo).

Mesmo com o início desta recuperação, estamos longe da mudança de tendência de baixa. Ela somente ocorrerá com o rompimento da resistência do canal de baixa (linha superior).

Assim devemos ter cautela porque o canal de alta formado no curto prazo não é lá essas coisas.

Investmaníacos

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A revisão do PIB norte-americano do segundo trimestre serviu de combustível para a alta das bolsas, na Europa, EUA e Brasil. Pela segunda sessão seguida, o Ibovespa terminou com elevação, e nem a queda das commodities impediu as blue chips Vale e Petrobras de avançar. Mas os ganhos de hoje foram generalizados, com o setor financeiro, varejo e siderúrgicas à frente. Os gestores aproveitaram a trégua externa para melhorar o desempenho de suas carteiras, num movimento típico de final de mês.

O Ibovespa voltou aos 56 mil pontos, onde pisou pela última vez no dia 8 de agosto (56.584,4 pontos) ao avançar para 56.382,2 pontos. Subiu 1,55%, reduzindo as perdas acumuladas em agosto para 5,25% e as de 2008 para 11,75%. Na mínima do dia, atingiu 55.516 pontos (-0,01%) e, na máxima, 56.524 pontos (+1,81%).

O giro financeiro aumentou um pouco mais, mas ainda continua abaixo da média diária do próprio mês, de R$ 4,836 bilhões até ontem, segundo o site da Bovespa. Hoje, somou R$ 4,299 bilhões (preliminar).

A alta das bolsas européias e norte-americanas decorreu hoje da revisão melhor do que o previsto do PIB dos EUA do segundo trimestre. O número passou de uma alta de 1,9% para 3,3%, ante estimativa de que ficaria em 2,7%. O setor financeiro também deu sustentação ao ganho das bolsas lá, assim como a queda do petróleo.

O Dow Jones terminou a quinta-feira na máxima pontuação do dia, em alta de 1,85%, aos 11.715,2 pontos. O S&P avançou 1,48%, a 1.300,68, também na máxima, enquanto o Nasdaq teve elevação de 1,22%, para 2.411,64 pontos.

Apesar de a tempestade Gustav estar ainda no horizonte, o contrato para outubro do petróleo negociado na Nymex recuou 2,17%, para US$ 115,59. O fortalecimento do dólar frente a outras moedas levou os investidores a se desfazerem das commodities, e isso também vale para os metais. Mas, no caso do petróleo, também pesou para a queda nos preços o aumento inesperado dos estoques de gás natural nos EUA.

Apesar do saldo positivo do dia, os investidores têm se pautado no dia-a-dia para operar e, a amanhã, é a vez de reagir aos indicadores como o índice de preços de gastos com consumo. A agenda ainda prevê o índice de atividade industrial (gerentes de compras) de agosto e o sentimento do consumidor da Universidade de Michigan. Vale sublinhar que, amanhã, alguns mercados lá fecham mais cedo por causa do feriado do Dia do Trabalho na segunda-feira.

No Brasil, a queda das commodities não impediu Vale e Petrobras de fecharem em alta: Vale ON, +0,50%, PNA, +0,52%, Petrobras ON, +0,23%, Petrobras PN, +0,43%. No setor financeiro, Itaú PN, +3,67%, Bradesco PN, +2,42%, Banco do Brasil ON, +3,42%, e Unibanco units, +2,79%.

Fonte:

AE Broadcast / EUM Investimentos

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FJTA4 e a análise gráfica.

às 2:25 PM Posted by Investmaníacos under

Ontem, analisando alguns gráficos, chamou nossa atenção o comportamento da FJTA4, Forjas Taurus PN, pois o papel está testando sua linha de suporte de alta (LTA) de longo prazo.

O gráfico diário acima mostra este comportamento.

Sabe o que é mais interessante?!?!?!

Que o papel se comportou exatamente como prevíamos no dia 02/07/08 , quando analisamos esta ação a pedido do investidor Hallan.

Veja o post "FJTA4 e o efeito da gravidade" clicando aqui.

Inclusive não mudamos, desde então, as linhas ali traçadas.

Alguns dirão: " é coincidência", mas são estes casos que mostram a eficiência da análise gráfica.

E viva a análise gráfica!!!!

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Uma nova letra no Banco do Brasil

às 12:39 AM Posted by Investmaníacos under

Analisando o gráfico diário da ação BBAS3, Banco do Brasil ON, observamos um provável "W". Será ilusão de ótica ou realidade?!?!

Se a ação testar o suporte na faixa dos R$ 21,00 e agüentar, é possível que a perna pontilhada do "W" aconteça. Caso contrário, mais queda...

Resistência nos R$ 24,00 e R$ 26,00.

E vocês, o quê pensam?!?! Tem ou não tem um "W" ali?!?!

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A recuperação das ações da Petrobras não impediu a Bovespa de fechar, pelo terceiro pregão consecutivo, em baixa e na contramão de Wall Street. A ausência de estrangeiros no mercado tem contribuindo para a apatia dos negócios e para a manutenção do giro estreito que tem sido visto nos últimos pregões.

O Ibovespa terminou a terça-feira em queda de 0,22%, aos 54.358,7 pontos, depois de oscilar entre a mínima de 54.153 pontos (-0,60%) e a máxima de 55.088 pontos (+1,12%). No mês, a Bolsa acumula perdas de 8,65% e, no ano, de 14,91%.

Melhor do que ontem - mas não muito animador - o giro financeiro somou R$ 3,271 bilhões (preliminar, o segundo menor do mês. "O estrangeiro está fora do mercado doméstico", comentou um experiente gestor de renda variável ao ponderar que os preços estão bastante atrativos para compras. "Com a proximidade do final do mês, algumas ações podem ter correções, com os gestores tentando recuperar um pouco do mês nestes últimos pregões de agosto."

Apesar de negativo, o Ibovespa foi ajudado pelas ações da Petrobras, que subiram na esteira do petróleo. A commodity acabou em alta de 1,01% no contrato para outubro negociado na Nymex, para US$ 116,27. A elevação foi puxada pela previsão de que o furacão Gustav poderá atingir uma das regiões mais ricas em petróleo do Golfo do México no final de semana.

Petrobras ON subiu 0,86% e PNA, 1,12%. Vale, outra blue chips, depois de passar a sessão num longo sobe-e-desce, acabou fechando sem uniformidade. As ON subiram 0,09% e as PNA recuaram 0,32%. Os metais fecharam em baixa no exterior, assim como as commodities agrícolas, em função da recuperação do dólar em relação a outras moedas.

O avanço da moeda norte-americana se deu depois que indicadores revelaram fraqueza na Alemanha. A maior economia da zona do euro deu sinais de recessão e seus efeitos sobre as bolsas só não foi pior porque os indicadores divulgados hoje nos Estados Unidos agradaram e levaram as ações para cima.

Em Wall Street, o Dow Jones subiu 0,23%, para 11.412,9 pontos, o S&P avançou 0,37%, para 1.271,51 pontos, mas o Nasdaq perdeu 0,15%, para 2.361,97 pontos. O dado mais animador conhecido hoje foi o de confiança do consumidor, que subiu de 51,9 em julho para 56,9 este mês. Mas as vendas de imóveis novos também não desapontaram ao subir 2,4% em julho nos EUA.

A ata do Fomc, conhecida no meio da tarde, acabou tendo impacto apenas momentâneo nos negócios com ações. O documento, referente ao encontro de 5 de agosto do Fomc, apontou que a autoridade monetária "não vê a atual posição da política como particularmente acomodatícia", sugerindo que as taxas de juro permanecerão estáveis nos próximos meses.

Fonte:

AE Broadcast / EUM Investimentos

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A falência de mais um banco nos Estados Unidos e a divulgação de indicadores fracos de atividade fez com que as bolsas norte-americanas fechassem em baixa e arrastassem consigo a Bovespa. O volume negociado na Bolsa doméstica, no entanto, foi muito fraco e acabou distorcendo o comportamento do mercado, já que qualquer negócio ganha peso para conduzir o principal índice.

O Ibovespa terminou o pregão em baixa de 2,46%, aos 54.477,2 pontos. Oscilou entre a mínima de 54.468 pontos (-2,47%) e a máxima de 55.906 pontos (+0,10%). Com o desempenho de hoje, elevou as perdas de agosto a -8,45% e as de 2008 a -14,73%.

O giro financeiro foi o menor do ano ao somar parcos R$ 2,581 bilhões. Indício de que o investidor está na retaguarda para este comportamento baixista do mercado financeiro. "Quem está dentro não faz nada e quem está fora não entra", bem resumiu um analista.

Nos EUA, o Dow Jones perdeu 2,08%, aos 11.386,2 pontos, o S&P recuou 1,96%, para 1.266,84 pontos e a Nasdaq recuou 2,03%, para 2.365,59 pontos. O que guiou as ordens de vendas lá foi, primeiro, o anúncio de falência do banco Columbian Bank and Trust. Em segundo lugar, os dados de imóveis residenciais usados divulgados hoje desagradaram. O número de vendas até superou as estimativas dos analistas, mas os preços caíram e os estoques aumentaram, sinal de que lá na frente os preços ainda vão ficar mais baratos.

É possível citar também os desempenhos da seguradora AIG e do banco de investimento Lehman Brothers, cujas ações caíram forte. As da AIG refletiram o corte em sua recomendação por um banco estrangeiro, e as do Lehman Brothers, que voltaram a ser vendidas hoje, as especulações sobre a eventual venda do banco.

O petróleo fechou em alta de 0,45% o contrato para outubro, para US$ 115,11 em Nova York, enquanto os metais tiveram liquidez muito baixa em função do feriado no Reino Unido. Isso fez com que as blue chips Vale e Petrobras operassem hoje ao sabor de Wall Street e não das commodities. Ambos os papéis caíram.

Fonte:

AE Broadcast / EUM Investimentos

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Nada como um candle de indecisão (Ibovespa)

às 1:11 AM Posted by Investmaníacos under

Na última sexta-feira, dia 22 de Agosto, o nosso querido Ibovespa deixou um cadle de indecisão.

O gráfico diário acima mostra este candle (indicado com a seta amarela).

Novamente estamos em um momento crítico: ou o Ibovespa rompe a LTB (linha de tendência de baixa) e retoma a alta, ou volta a cair buscando o suporte de 53.000 pontos.

Mais uma semana começa sem sabermos para onde vai o Ibovespa. Quem sabe essa segunda-feira não será finalmente o dia D?!?!

Veremos...

Investmaníacos

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Pessoal,

Resolvemos escrever este post para respondermos os questionamentos do leitor Pedro, que em seus comentários perguntou algumas coisas.

Primeiramente, obrigado pelos elogios Pedro. Nosso intuito é sempre passar informações aos leitores e investidores de forma clara, direta e objetiva, sempre de maneira séria e compromissada (mas com um toque de humor).

Passamos aqui nossas experiências com investimentos, adquiridas desde 2003 quando começamos a investir em ações, fundos de investimento e renda fixa.

Antes de respondermos as perguntas, solicitamos que os leitores escrevam o seu e-mail de contato no fim do texto quando enviarem perguntas ou questionamentos em um comentário sobre determinado post. Assim podemos responder as perguntas individualmente, de forma adequada.

Caso contrário temos que responder os questionamentos através de outro comentário. Como o espaço para comentários no Blog é limitado, a resposta não fica "tão boa assim".

Bem, depois de tanto discurso, vamos às respostas das perguntas do leitor Pedro.

1) Pela sua experiência acha que já é a hora de investir ou acha mais seguro esperar sinais mais seguros de altas? Quais seriam estes sinais?

Responder esta pergunta é realmente complicado...

Antes é preciso deixar claro que a "hora de investir" é uma decisão pessoal e individual. Cada Investidor tem um perfil e a sua maneira adequada de administrar o seu dinheiro.

O que deixa mais complicado responder esta questão é o momento atual do mercado.

Graficamente uma reação mais forte somente ocorrerá com o rompimento da linha de tendência de baixa, como mostramos em postagens anteriores sobre o Ibovespa. Com as altas destes últimos dois dias, o índice está novamente ameaçando romper esta linha, mas já ameaçou outras vezes e voltou a cair. Ho

Talvez uma estratégia interessante neste momento seja a entrada gradativa nas ações de sua escolha, investindo pouco a pouco, sempre deixando um caixa para o caso de termos mais queda.

Quanto aos sinais da recuperação, acreditamos que o cenário deverá melhor com a volta do investidor estrangeiro a Bovespa, aumentando a pressão compradora.

2) Existe alguma opção de investimento atualmente?
Renda fixa? CDI? Multimercado? Existe uma previsão de recuperação ou a recuperação rápida ou isso pode ser tão lento e ainda demorar muito para começar?

Existem diversas opções de investimento, depende o que você está procurando.

Como renda fixa entende-se:

- Tipo de aplicação na qual a lucratividade é contratada previamente ou segue taxas de mercado.

- Título cujo rendimento está previamente definido. Pode ser pré-fixado ou pós-fixado

Nesta categoria temos os títulos públicos federais (NTN e suas séries, LTN e LTF), os títulos privados (CDB, RDB e CDI) e os fundos de investimento denominados renda fixa, que aplicam basicamente em títulos públicos.

Como Fundo Multimercado entende-se:

- Fundo de investimento que possui políticas de investimento que envolvam vários fatores de risco, sem o compromisso de concentração em nenhum fator em especial ou em fatores diferentes das demais classes previstas.

Basicamente são fundos que investem em diversos ativos financeiros como títulos públicos, dólar e ações. Pelo que temos lido, têm sido uma boa opção de investimento.

Só não se esqueça de ler com atenção o prospecto do fundo de investimento de seu interesse. Ali consta toda a política de investimento do fundo e o mesmo deve estar disponível na Internet.

Novamente salientamos que a melhor opção de investimento é aquela que você está buscando, conforme o seu perfil,a rentabilidade que você deseja e a sua política de investimento.

Por fim, é impossível prever se o mercado acionário brasileiro e seu principal indicador, o Índice Ibovespa, vão recuperar as perdas de forma rápida, lenta ou gradual. No passado já tivemos de tudo, desde recuperações rapidíssimas até recuperações tão lentas que mais pareciam uma tartaruga gigante.

Se seguirmos a teoria da análise gráfica, deveremos ter um período de acumulação antes de altas mais fortes, ou seja, um período onde o mercado andará "de lado". Mas isso é a teoria...

Além disso, é indiscutível que a prática nem sempre segue a teoria. Como diz o ditado, "na prática são outros quinhentos".

Espero que tenhamos te ajudado, assim como aos demais leitores que tinham as mesmas dúvidas.

Aqueles leitores e investidores que tiverem suas dúvidas, como Pedro, podem escrever para o nosso e-mail (investmaniacos@gmail.com) que responderemos o mais breve que conseguirmos.

OBS 1: As definições apresentadas acima (entende-se) foram retiradas do Dicionário de Finanças do site da Bovespa, secção Investidor, link Ferramentas.

OBS 2: Aproveitamos também para responder a dúvida do Investidor Dryan, que também fez seu questionamento via comentário.

p.p = significa pontos percentuais

yoy = do inglês year on year, ano a ano . Compara o resultado atual com o resultado apresentado um ano antes.

Um abraço a todos, Investmaníacos

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A alta do petróleo e dos metais garantiu à Bovespa o terceiro pregão consecutivo de ganhos, engordados na última hora pela recuperação das bolsas norte-americanas. Petrobras guiou as ordens de compras, amparada pela disparada do preço do petróleo no mercado internacional. As commodities metálicas acompanharam e também Vale e siderúrgicas registraram variações robustas.

No terceiro pregão sucessivo de ganhos, o Ibovespa terminou com variação de + 1,01%, aos 55.934,7, depois de oscilar entre a mínima de 55.380 pontos (estabilidade) e a máxima de 56.144 pontos (+1,39%). No mês, as perdas foram diminuídas a -6% e, no mês, a -12,45%. Apenas nestas três sessões, os ganhos somaram 4,89%. O volume financeiro totalizou R$ 4,635 bilhões (preliminar).

A alta da Bolsa doméstica foi impulsionada pela arrancada do petróleo, motivada por tensões geopolíticas e também pelo enfraquecimento do dólar. Na Nymex, o contrato para outubro terminou em US$ 121,18, depois de avançar 4,86% com o agravamento das tensões entre Rússia e Estados Unidos. Os russos não gostaram do acordo fechado pelos norte-americanos para instalar, na Polônia, um componente do sistema de defesa de mísseis norte-americanos em seu território. A Rússia é o maior produtor de petróleo do mundo a tensão pode prejudicar o fornecimento mundial.

O enfraquecimento do dólar também sustentou a alta do petróleo e das commodities metálicas e agrícolas. E o efeito foi direto sobre alguns dos principais papéis do Brasil. Petrobras subiu 3,12% as ON e +3,45% as PN, Vale avançou 1,94% as ON e 2,37% as PNA. Gerdau PN teve elevação de 3,06%, Metalúrgica Gerdau PN, de 2,55%, Usiminas PNA, de 3,40%, CSN ON (+2,63%).

O Dow Jones acabou subindo 0,11%, aos 11.430,2 pontos, o S&P teve elevação de 0,25%, para 1.77,72 pontos, enquanto o Nasdaq caiu 0,36%, para 2.380,38 pontos. Depois de terem derretido nas últimas sessões, as ações do segmento financeiro acabaram devolvendo parte das perdas iniciais. Mais cedo, o mesmo segmento financeiro havia imputado vendas firmes às bolsas norte-americanas, depois que os analistas de um banco de investimentos reduziram suas estimativas do terceiro trimestre para Lehman Brothers, Goldman Sachs e Morgan Stanley. Os indicadores divulgados nos Estados Unidos também foram desalentadores - queda de 13 mil no número de pedidos de auxílio-desemprego na última semana; recuo de 0,7% no índice de indicadores antecedentes; e índice de atividade regional do Fed de Filadélfia de -12,7 em agosto.

Para amanhã, a recuperação de hoje pode se sustentar em razão da agenda vazia - está prevista apenas um discurso do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke. E pelo andar da carruagem, ou seja, com a volta dos temores mais fortes com o segmento financeiro, ele pode novamente tentar estimular o mercado.

Fonte:

AE Broadcast / EUM Investimentos

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Com a reação verificada ontem, o Índice Ibovespa está novamente testando sua LTB (linha de tendência de baixa).

O gráfico diário acima mostra esse comportamento.

Hoje o Ibovespa já chegou a romper a LTB, quando atingiu 55.947 pontos (alta de 1%), mas já está arrefecendo, chegando a zerar seus ganhos.

Agora está cotado a 55.643 pontos, com alta de 0,47%.

Depois de tantas quedas, a mudança de tendência pode estar próxima. Mas em outras oportunidades o Índice teve o mesmo comportamento e voltou a cair.

Como diz o Silvio Santos: "Eu só acredito vendo!!!"

A real mudança de tendência acontecerá após o rompimento efetivo, com força, da linha de tendência de baixa.

Investmaníacos

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Chat do Mercado - Insidernews

às 9:47 PM Posted by Investmaníacos under
Prezados Amigos,

Não sei se vocês já ouviram falar do site Insidernews (www.insidernews.com.br). Bom, já havíamos incluído seu link em nosso blog, mas recentemente resolvemos dar um destaque maior através da seção " Sites Indicados".

Neste site, além de informação, vocês terão acesso a ferramentas como cotações, índices, etc, que poderão auxiliar na sua tomada de decisão. Claro que a atração principal do site é o CHAT, que é uma ferramenta muito legal para troca de idéias/opinião sobre o andamento do mercado financeiro.

Sempre costumamos passar por lá para espiarmos quais as ações que o pessoal anda ligado, e também para trocarmos umas "figurinhas" sobre análises e porque não, palpites sobre a tendência das ações e do índice de forma geral.

Sempre que possível estaremos participando do chat com o Nick Investmaníacos. Faça seu registro e participe você também desta ferramenta interessante para troca de informações.

Abaixo segue uma imagem com a "cara" do site.

Bons Negócios !

Investmaníacos

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Olhem o gráfico semanal acima da ação VALE5, Vale PNA!!!

Conseguem visualizar um "M"?!?!

Essa letra está fácil de ver, apesar de ser um "M" com mal de Parkinson na primeira perna...

Será que depois de fechar esta perna do "M" a ação terá forças para reagir?!?!

E agora Mister "M", revela este segredo para nós ?!?!

Bem, a reação do papel é o que todos nós Investidores queremos!!!!

Mas só podemos ficar na torcida porque esta queda de VALE5 "tá de matar". O sofrimento e as perdas estão grandes...

Agora a ação está subindo 4,09%, cotada a R$ 36,88

Suporte imediato em R$ 33,00, nível quase atingido ontem. Depois, suporte só na linha inferior de tendência de alta traçada no gráfico.

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Petrobrás PN, e agora ?!?!

às 1:05 PM Posted by Investmaníacos under

No gráfico semanal acima podemos acompanhar o comportamento da ação PETR4, Petrobras PN, desde janeiro de 2003

Depois de 13 semanas caindo (o Zagallo certamente diria que agora é a hora de entrar), após atingir sua máxima cotação histórica, o papel encontrou um suporte próximo a linha superior (resistência) do canal de alta formada desde 2005 até Outubro de 2007, quando ocorreu uma aceleração da tendência de alta.

É um nível importante de preços que, se perdido, pode levar o papel aos R$ 27,50. Nada bom....

Agora a ação está subindo 2,11%, cotado a R$ 33,32

Ainda não há sinal de mudança de tendência. Mas depois da notícia que o Mega Investidor George Soros comprou algumas ações da Petrobrás (apenas alguns trocados para ele), é interessante acompanharmos os próximos movimentos do papel, pois o Sr. Soros não costuma perder dinheiro...

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A Bovespa ignorou o mau humor externo e recuperou hoje uma parte das perdas de ontem, que levaram o Índice ao menor nível de pontos em quase um ano. Os preços atraentes, aliados à alta dos preços do petróleo e das commodities metálicas, fizeram com que a Bolsa fechasse em alta, na contramão dos principais índices acionários globais.

O Ibovespa fechou em alta de 0,59%, aos 53.638,7 pontos, depois de oscilar entre a mínima de 52.345 pontos (-1,84%) e a máxima de 54.329 pontos (+1,88%). No mês, ainda acumula perdas de 9,86% e, no ano, de 10,58%. O giro financeiro somou R$ 4,599 bilhões (preliminar).

Na abertura, a Bovespa acompanhou o comportamento dos pregões globais, que recuavam em reação às notícias ruins vindas do segmento financeiro norte-americano e também aos indicadores desfavoráveis à economia dos EUA. Os destaques foram a notícia de que o banco de investimentos Lehman Brothers estaria negociando a venda de sua unidade de gerenciamento de ativos para cobrir o buraco em seu balanço patrimonial; a declaração do ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) de que um grande banco dos EUA poderá quebrar nos próximos meses - os cotados seriam Merrill Lynch e Wachovia, segundo afirmação de ontem do chefe de investimento de uma instituição financeira; e a afirmação do Goldman Sachs de que a seguradora AIG pode perder até US$ 20 bilhões em suas aplicações em obrigações de dívida colateralizada (CDO) e, por causa disso, sofrer rebaixamentos de seus ratings.

Os indicadores não foram menos desanimadores: a inflação no atacado, medida pelo PPI, subiu 1,2% em julho ante junho, mais que o dobro do 0,5% esperado pelos analistas. Ante julho do ano passado, o índice quase chegou a dois dígitos ao avançar 9,8%, o maior aumento desde junho de 1981. O núcleo não foi melhor e subiu 0,7% em julho ante junho, mais que o triplo da alta de 0,2% prevista por analistas, e 3,5% ante julho de 2007, o maior avanço em 17 anos.

O arremate da teoria da estagflação veio do número de construções residenciais iniciadas, que caiu 11% em julho. O dado tem o mérito de ter vindo ligeiramente melhor do que o tombo de 11,8% estimado pelos analistas, mas não se pode dizer que ele foi saudável: ficou no mais baixo nível desde março de 1991.

Com tudo isso, o dólar se enfraqueceu e o petróleo engrossou a voz. Acabou virando a queda da abertura e subiu 1,47% no fechamento pelo contrato de setembro negociado na Nymex. O preço final foi de US$ 114,53. As commodities metálicas acompanharam a alta. Com isso, o Dow Jones terminou em -1,14%, aos 11.348,6 pontos, o S&P recuou 0,93%, aos 1.266,68 pontos, e o Nasdaq perdeu 1,35%, para 2.384,36 pontos.

O avanço das commodities serviu de desculpa para os investidores domésticos irem às compras, mas foram mesmo os preços mais do que atrativos a principal justificativa para a Bovespa subir. Os ganhos, entretanto, foram bastante reduzidos no final, por causa justamente das quedas em Nova York.

Petrobras ON avançou 2,93%, PN, 3%, Vale ON, 1,53%, e PNA, 1,52%

Fonte:

AE Broadcast / EUM Investimentos

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CCRO3 e suas concessões rodoviárias

às 12:49 PM Posted by Investmaníacos under

A pedido do Investidor MGA, estamos publicando uma análise da ação CCRO3, CCR Rodovias ON.

O gráfico 1 acima mostra seu comportamento semanal desde Janeiro de 2004.

Olhem que tendência de alta!!! Apenas em alguns períodos nestes anos a ação apresentou uma queda mais acentuada.

A última queda acentuada ocorreu em Outubro de 2007, com as notícias relacionadas aos leilões das concessões rodoviárias federais (ver matéria da época clicando aqui).

Atualmente a ação está dentro de um triângulo simétrico, com uma tendência indefinida.

Nesta figura, os preços oscilam dentro das linhas superior (resistência) e a inferior (suporte). A definição da tendência ocorre apenas com o rompimento de uma das linhas do triângulo.

O gráfico 2 acima (diário), mostra o comportamento de curto prazo do papel.

Alinha tracejada amarela é o suporte imediato da ação. Agora está cotada a R$ 28,66, subindo 0,84% e respeitando este suporte. Se perder este nível de preço, tende a testar a linha de tendência de alta de longo prazo (linha inferior).

Suporte na linha inferior do triângulo em R$ 24,00.

Resistência na linha superior da figura em R$ 34,00.

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Nova York, metais e petróleo. O comportamento do mercado acionário hoje foi mais do mesmo, o que significa dizer que a Bovespa, de novo, fechou em queda. As perdas, pelo oitavo pregão de um total de 12 em agosto, fizeram a Bovespa retroceder quase um ano: o principal índice recuou 1,69%, para 53.326,5 pontos, menor nível desde os 52.652,6 pontos de 10 de setembro de 2007.

Em agosto, a queda atinge 10,38% e, em 2008, 16,53%. O índice oscilou hoje entre 53.050 pontos (-2,20%) e 54.928 pontos (+1,26%). O giro financeiro foi fraco apesar do vencimento de opções sobre ações e totalizou R$ 4,524 bilhões (preliminar). Desse total, R$ 794,911 milhões referiram-se ao exercício, que se configurou como o quarto menor do ano.

Wall Street também teve perdas firmes: Dow Jones registrou baixa de 1,55%, aos 11.479,2 pontos, S&P caiu 1,51%, aos 1.278,60 pontos, e o Nasdaq, -1,45%, aos 2.416,98 pontos. O setor financeiro voltou ao foco das preocupações, com os investidores se desfazendo principalmente dos papéis das agências hipotecárias Freddie Mac e Fannie Mae. Esses papéis abriram pressionados com notícia veiculada na revista Barron's dando conta da possibilidade de o Tesouro recapitalizar as agências, o que faria com que as participações dos atuais acionistas perdessem totalmente o valor. À tarde, as perdas foram ampliadas com a decisão de um banco de investimentos rebaixar o preço-alvo das ações.

Mas o setor financeiro, de modo geral, caiu, também porque o Wall Street Journal informou que o Lehman Brothers poderá perder US$ 1,8 bilhão no trimestre, ainda por causa do subprime, e porque um banco de investimentos estrangeiro reduziu suas perspectivas para Goldman Sachs, JPMorgan, Citigroup e Morgan Stanley.

O petróleo em baixa, hoje, não serviu para ajudar Nova York, apenas para afetar negativamente Petrobras. Na Nymex, o contrato para setembro recuou 0,79%, aos US$ 112,87. Petrobras ON perdeu 2,87% e PN, 3,03%. Vale caiu 2,22% a ON e 2,24% a PNA, apesar de o setor ter boas notícias. Hoje, a BHP Billiton anunciou lucro recorde e a Rio Tinto fechou acordo com a estatal indiana NMDC para a criação de uma joint venture que irá procurar e explorar minério de ferro e outros minerais no mundo.

A queda na Bovespa foi generalizada, poupando apenas 14 das 66 ações que compõem o Ibovespa. A maior queda do índice foi registrada por Rossi Residencial ON (-5,86%) e maior alta, por Cesp PNB (+3,26%).

Segundo um profissional do mercado, apesar de a Bovespa estar em níveis muito atrativos, não está havendo ingresso de recursos novos na ponta compradora. Como a agenda está morna nos próximos dias, o comportamento de hoje pode se repetir, apesar do nível baixo em que se encontra o Ibovespa.

Fonte:

AE Broadcast / EUM Investimentos

http://investmaniacos.blogspot.com/

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Completando o título, as ações continuam caindo!!!!

O gráfico diário acima não mostra nenhum sinal de reversão da tendência atual de baixa.

Já estamos próximos dos 53.000 pontos. Depois disso, suporte só nos 45.000 ...

Tá difícil este nosso Índice!!!

Para alguns que só conheciam a alta, está inacreditável...

O quê esperar??? Cadê os caras que falavam em 80.000 pontos no final do ano?? Será que hoje, 18/08/08, alguém ainda acredita nisso ??

Investmaníacos

http://investmaniacos.blogspot.com

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Depois da breve recuperação nos dois pregões anteriores, a Bovespa voltou hoje ao comportamento predominante dos últimos tempos: queda. Por causa do recuo do petróleo, metais e commodities metálicas, o principal índice da Bolsa doméstica passou por um declínio generalizado e voltou a fechar em níveis registrados no início do ano.

O Ibovespa terminou a sexta-feira em queda de 1,62%, aos 54.244,0 pontos, menor nível desde 23 de janeiro, quando havia fechado em 54.234,8 pontos. O índice oscilou hoje entre a mínima de 53.831 pontos (-2,37%) e a máxima de 55.307 pontos (+0,30%). Na semana, perdeu 4,13%, no mês, 8,84% e, no ano, 15,09%. O volume totalizou R$ 4,573 bilhões (preliminar).

O preço do petróleo, que amanheceu em baixa, teve um incentivo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para manter-se com o mesmo sinal. Relatório da organização destacou que a desaceleração econômica vai reduzir a demanda por petróleo, com conseqüente aumento dos estoques. O que significa preços mais baixos.

Os fundos não resolveram esperar para ver se as previsões vão se confirmar e já começaram a se desfazer de commodities agrícolas, em especial aquelas ligadas à produção de combustíveis, como milho, soja e açúcar, já que, se os estoques de petróleo subirem, haverá menor demanda, por exemplo, pelo etanol.

Na Nymex, o contrato para setembro do petróleo caiu 1,08% e fechou em US$ 113,77. Com os temores de enfraquecimento econômico que cresceram nesta semana ao redor do mundo, o dólar continuou a se valorizar contra o euro, e isso também ajudou a puxar para baixo os preços das outras commodities.

Diante do preço em baixa das matérias-primas, a Bovespa passou por uma queda generalizada nos papéis, liderada por Vale, Petrobras e siderúrgicas. Os bancos também fecharam com sinal negativo. Petrobras ON caiu 2,08%, PN, 2,30%, acumulando perdas de 2,31% e 2,62% na semana. O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, avaliou hoje que a queda do preço do petróleo pode ser passageira e tende a ser revertida. Vale perdeu 1,90% na ON (-0,7% na semana) e 2,22% na PNA (-1,38% na semana).

Em Wall Street, o Dow Jones terminou a sexta-feira em alta de 0,38%, aos 11.659,9 pontos, o S&P avançou 0,41%, aos 1.298,19 pontos, e o Nasdaq recuou 0,05%, para 2.452,52 pontos. Os destaques em Nova York foram as ações de varejistas, que divulgaram balanços favoráveis. Os indicadores conhecidos hoje também não decepcionaram. Por exemplo o índice Empire State, que mede a atividade no setor de manufatura na região de Nova York, que subiu para 2,77 em agosto, de -4,92 em julho.

Na segunda-feira, a agenda norte-americana de indicadores é fraca e, no Brasil, haverá o vencimento de opções sobre ações. Mas o volume deve ser fraco, dado o comportamento recente da Bovespa. As commodities seguem no horizonte.

Fonte:

AE Broadcast / EUM Investimentos

http://investmaniacos.blogspot.com/

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